Pausa
 Cores brasileiras em Higienópolis
 Estação Marechal Deodoro
Escrito por Elton Melo às 23h22
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Paróquia de Nossa Senhora da Consolação
Em meados de 1779, os devotos de Nossa Senhora da Consolação construíram uma pequena capela dedicada à santa em uma região afastada, que possuía apenas chácaras com plantações de hortaliças, frutas e chá. Na porta da capela, havia um pantanal. No local onde hoje fica a Rua da Consolação, ficava o caminho por onde passavam as tropas de burros vindas de Sorocaba ou que subiam para Pinheiros. Ali também aconteciam as feiras de animais de carga de outros estados.
 Imagens do Cristo e dos Apóstolos na igreja atual
Em 1799, a capela transformou-se na Igreja de Nossa Senhora da Consolação, em taipa, levantada por Luiz Silva e Irmãos. O governo abriu ruas e aterros. Após a construção da Igreja, foi fundada a Irmandade de Nossa Senhora da Consolação e São João Batista. Um de seus objetivos era o de amparar os portadores de doenças graves que vagavam pela província. A Santa Casa de Misericórdia doou à irmandade um prédio para abrigar os doentes de lepra (mal de Hansen).
O povoado local começou a aumentar e o bairro começou a se formar. Em 1840, aconteceu a primeira reforma na Igreja, que ganhou 5 janelas, 2 torres, 1 porta principal, 2 portas laterais, escadas de acesso e uma grande frente.
Em 1870, com uma população que já atingia a marca de 3500 habitantes, a Igreja da Consolação deixou de ser subordinada à Igreja de Santa Efigênia e foi elevada à Paróquia. A elas se subordinaram as igrejas da Santa Cruz das Perdizes (até 1879), de Santa Cecília (até 1892), do Divino Espírito Santo e de Nossa Senhora do Monte Serrat. O bairro tornou-se um distrito; nos arredores, as famílias da elite paulistana instalaram-se em grandes chácaras.
 A Paróquia de Nossa Senhora da Consolação e seu interior
Em 1907, o prédio original da Igreja foi derrubado. O projeto da atual Paróquia de Nossa Senhora da Consolação (R. da Consolação, 585; das 7h às 20h) foi elaborado por Maximiliano Hehl, professor de arquitetura da Escola Politécnica e responsável pelas catedrais da Sé e de Santos. Erguida em estilo românico-bizantino, a igreja recebeu traços góticos na fachada e interior românico. A torre tem 75 metros de altura.

Os vitrais são da Casa Conrado Sorgenicht. As telas da Capela do Santíssimo foram pintadas por Benedito Calixto. Os quadres do altar-mor, a Santa Ceia na entrada da capela e o mural na parede externa da sacristia foram pintados por Oscar Pereira da Silva.
Praça Roosevelt — No século XIX, o local provavelmente era usado para o descanso dos animais enquanto os tropeiros rezavam na Igreja de Nossa Senhora da Consolação. Em 1970, boa parte da área verde foi substituída por uma grande estrutura de concreto. Na década de 1990, o local tornou-se perigoso, mas vem sendo revitalizado com iluminação, câmeras e policiamento. A partir do ano 2000, qatro companhias teatrais estabeleceram-se nas proximidades: Espaço dos Satyros, Studio 184, Recriarte Bijou e Teatro X.
Escrito por Elton Melo às 10h38
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Edifício Copan
Imóvel tombado, o Edifício Copan (Av. Ipiranga, 200) foi erguido entre 1957 e 1966 — mesmo período de construção do Edifício Itália. Com o intuito de construir um complexo hoteleiro, residencial, turístico e de serviços, a Companhia Panamericana de Hotéis e Turismo encomendou o projeto a Oscar Niemeyer em 1951.
A Companhia nunca conseguiu levar o projeto adiante. O Banco Nacional Imobiliário (da construtora e incorporadora CNI e do Bradesco) alterou a planta origial. O hotel e o teatro nunca saíram do papel e os apartamentos dos blocos E e F (que contariam com 3 dormitórios) foram redivididos em quitenetes e apartamentos de 1 quarto.
 As curvas do Edifício Copan, projetado por Oscar Niemeyer
Segundo o Sampacentro, o Copan é a maior estrutura de concreto armado de São Paulo e o edifício com maior número de unidades. A construção tem 120 mil metros quadrados de área construída e 1.160 apartamentos. Ao todo são 5.000 residentes nos 32 andares que alcançam 115 metros de altura. O Correio criou um CEP específico para o edifício: 01066-900. No térreo, há um mini-shopping com cerca de 70 lojas — restaurantes, locadora, loja de discos e barbearia.
O Copan foi chamado de "formigueiro" e de "prédio dos descasados" na década de 1970. A escritora Regina Rheda morou no edifício e transformou sua experiência no livro Arca sem Noé (Ed. Booklink, Prêmio Jabuti de 1595).
Escrito por Elton Melo às 11h55
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Arredores da República: Edifício Itália
Projetado por Franz Heep e inaugurado em 1956, o Edifício
Itália (Av. Ipiranga, 344; esquina com Av. São Luiz) é um dos marcos da
arquitetura brasileira, hoje protegido pelo Patrimônio Histórico. A construção
só foi permitida pelas autoridades por estar localizado em um dos pontos focais
de São Paulo.
A torre central, ovalada, tem 165 metros de altura (150 metros a partir do
nível da rua), 44 andares, 1 subsolo e 19 elevadores. No térreok há um teatro e
uma galeria de lojas. Os três primeiros andares são ocupados pelo clube
Circolo Italiano. Os outros andares são ocupados por
escritórios.
No terraço funciona o famoso restaurante-bar Terraço Itália, um dos
pontos privilegiados para ver a cidade. Em dias claros, é possível enxergar a
Av. Paulista, o Pico do Jaraguá e a Serra do Mar.
Escrito por Elton Melo às 09h55
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Estação República
 Coreto da Praça da Repúblico, em meio às obras do metrô
Sampacentro e Sampa.art.br contam-nos que, no século XIX, havia um certo Largo dos Curros, onde aconteciam rodeios e touradas. Depois, o local teve seu nome mudado para Largo da Palha por causa de uma rua próxima com este mesmo nome. Mudou para Praça dos Milicianos, por causa dos exercícios militares. E o nome mudou mais uma vez (!), para Largo 7 de Abril — data da abolição da escravatura.
No dia 15 de novembro de 1889, o exército comandado pelo Marechal Deodoro da Fonseca expulsou a família real do Brasil, proclamando a República. O local quase se tornou a Praça 15 de Novembro, mas acabou virando Praça da República.
A praça foi elaborada durante a prefeitura do conselheiro Antônio Prado. Seu projeto urbanístico combinava influências francesas e inglesas.
Por volta de 1905, a praça era ponto de encontro dos estudantes da Faculdade de Direito da USP, que cantavam e recitavam diante do busto de Álvares de Azevedo. Em 1932, uma multidão avançou contra a sede da Legião Revolucionária (na esquina com a R. Barão de Itapetininga) e foi recebida a balas. Quatro estudantes foram mortos: Martins, Miragaia, Dráusio e Camargo (MMDC).
Em 1964, a Praça da República serviu de ponto de partida para a Marcha da Família, que se dirigiu à Praça da Sé. Em 1968, a Praça da República tornou-se um dos principais locais das manifestações estudantis contra o regime militar. Em 1984, foi palco do movimento das Diretas Já!
A feira — Em 1955/6, o colecionador J. L. de Barros iniciou uma pequena feira de troca de selos. Depois vieram os colecionadores de cédulas, moedas e medalhas. Na década de 1960, artistas e artesãos hippies começaram a expor seus trabalhos no local. No começo foram expulsos pela polícia, mas o prefeito Faria Lima legalizou a atividade e criou a Feira da Praça da República.
 A Feira da Praça da República
Em 1997, o prefeito Celso Pitta (que era amigão do foi-Maluf-que-fez) remanejou os comerciantes para a Av. Tiradentes, a Praça Roosevelt e o Sambódromo. A mudança não teve sucesso. A volta à Praça foi, em grande parte, devido ao trabalho da entidade Espaço Cultural República. A feira acontece nos finais de semana das 9h às 16h.

A escola — Em 1894 foi fundada a Escola Normal Caetano de Campos, projetada pelo engenheiro Antônio de Paula Souza e desenvolvida por Ramos de Azevedo. A escola adotou uma linha baseada nos novos preceitos adotados pelo governo republicano.
A Secretaria da Educação e a Feira da Praça da República
O 3º andar foi adicionado em 1935. Entre 1940 a 1949, o andar abrigou os primeiros cursos de Filosofia da USP, depois transferidos para a R. Maria Antonia.

O prédio quase foi demolido por causa das obras da Estação República do Metrô, inaugurada em 1982. Entretanto, graças à ação de um arquiteto, a demolição foi impedida. Hoje, o prédio é sede da Secretaria de Estado dos Negócios da Educação. Atualmente, a Estação República está em obras para integração com uma nova linha do metrô. Logo, a Praça está bastante tumultuada, mas vale a pena uma visita.
 Bustos na Praça da República
Em 1935, foi inaugurado o Edifício Esther (Praça da República, 76), projetado em estilo art déco por Álvaro Vital Barsil e Ademar Marinho. Eles também projetaram o Edifício Arthur Nogueira (na R. Gabus Mendes).
Escrito por Elton Melo às 13h09
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Dica da National Geographic
É mais ou menos assim: "Só mostre aos outros as suas fotos mais legais. Assim, todos pensarão que você é um bom fotógrafo."

Chagdud Gonpa Khadro Ling, templo budista tibetano em Três Coroas - RS
Nos posts abaixo, coloquei mais algumas fotos da Lapa e da Santa Cecília. As imagens datadas com 2006 foram tiradas com minha nova câmera, Fuji Finepix S5200/S5600.
Escrito por Elton Melo às 11h25
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Perdi o metrô, ganhei a foto

Escrito por Elton Melo às 11h25
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Arredores da Santa Cecília
 Santa Casa de Misericórdia
A ordem das Santas Casas de Misericórdia foi instituída em Portugal pela Rainha Leonor de Lancastre em 1498. O Primeiro Regimento da Misericórdia, o chamado "Compromisso", foi assinado pela Rainha Leonor, pelo Rei Dom Manuel, pelo Frei Contreras (confessor da Rainha), pela Infante Dona Brites e pelo Arcebispo de Lisboa, Dom Martinho da Costa. O principal objetivo da prática de obras de caridade dividia-se em quatro ramos: tratar os enfermos, patrocinar os presos, socorrer os necessitados e amparar os órfãos.
 Os corredores e a capela da Santa Casa
No Brasil, a primeira Santa Casa foi fundada em 1543 por Brás Cubas na Capitania de São Vicente (Vila de Santos). Por volta de 1560, foi criada a Confraria da Misericórdia de São Paulo dos Campos de Piratininga que esteve alojada no Pátio do Colégio, nos Largos da Glória e na Misericórdia, sucessivamente.

O edifício atual da Santa Casa de Misericórdia (R. Dr. Cesário Mota Jr., 112), em estilo gótico, foi projetado pelo arquiteto italiano Luigi Pucci. Seus corredores possuem arcos em forma de ogiva, que dirigem o olhar para cima. Se tiver um tempinho durante a semana, você poderá visitar o Museu da Santa Casa (2ª, 4ª e 6ª, das 14h às 17h).
Escrito por Elton Melo às 11h24
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Estação Santa Cecília
 Igreja de Santa Cecília: da porta para o altar e vice-versa
 Interior da Igreja de Santa Cecília
Em 1861, alguns moradores da freguesia de Santa Ifigênia construíram a pequena Capela de São José e Santa Cecília, em madeira, num terreno que solicitaram à Câmara Municipal. Era a penúltima parada no caminho dos tropeiros que seguiam para Campinas, através da Água Branca. Uma irmandade surgiu em 1880 e, 15 anos depois, Dom Joaquim Arcoverde Albuquerque Cavalcanti criou a Paróquia de Santa Cecília, que teve como primeiro vigário o Padre Duarte Leopoldo e Silva (que depois se tornou o primeiro arcebispo de São Paulo). A construção da nova Igreja começou em 1899, sendo inaugurada em 22 de novembro de 1901 (dia de Santa Cecília).
A atual Igreja de Santa Cecília (Largo Santa Cecília, s/nº) foi construída na época do terceiro vigário da paróquia, Padre Paulo Pedroso. A construção foi projetada por Giulio Micheli, inspirado na arquitetura românica. As pinturas foram executadas entre 1907 e 1917 por Benedito Calixto (presbitério e altares laterais), Oscar Pereira da Silva (cúpula central e cúpulas laterais) e Gito Catani.
Os quadros do altar, de Benedito Calixto (1853-1927), retratam a vida e o martírio de Santa Cecília. (Talvez você já tenha ouvido falar da Praça Benedito Calixto, mas não sabia que ele tinha sido um pintor!)
 O altar da Igreja de Santa Cecília e as pinturas de Benedito Calixto
Em frente à Igreja há uma estátua em homenagem ao arcebispo Dom Duarte Leopoldo e Silva.
 A torre da Igreja de Santa Cecília e a estátua do arcebispo Dom Duarte
Em 1909, quando o arcebispo Dom Duarte visitou o Papa São Pio X, recebeu dele os ossos de Santa Donata — mártir de Roma nos primeiros séculos da Igreja.
 As relíquias de Santa Donata de Roma
O arcebispo presenteou a Igreja de Santa Cecília com estas relíquias, trazida em procissão no dia de Santa Cecília. As relíquias estão expostas numa urna de mármore e vidro na nave esquerda.
 Magister adest et vocat te: O Senhor está aí e te chama (Jo 11, 28)
Por incentivo do maestro Furio Franceschini, na torre da Igreja foi instalado um dos sinos da antiga Sé de São Paulo, que soou durante a comemoração da independência em 1822. O maestro e sua aluna Guiomar Novaes tocaram na inauguração do órgão em 1914.
 Vitrais sobre o altar
A Estação Santa Cecília do metrô, inaugurada em 1983, está localizada no largo, bem em frente à Igreja.
 Imaculada Conceição, pintura de Oscar Pereira da Silva (1867-1939)



 Esponsais de São José, pintura de Oscar Pereira da Silva (1867-1939)
Escrito por Elton Melo às 11h22
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Higienópolis
 Uma rua típica do bairro de Higienópolis
Subindo a Albuquerque de Lins, chegamos a Higienóplis, bairro com grande presença judaica. Sampa.art.br conta-nos que, no século XVI, a sesmaria do Pacaembu foi doada aos jesuítas por Martim Afonso de Souza. (Sesmarias era um grandes lotes de terra que o rei de Portugal cedia àqueles que se dispusessem cultivá-las). A área era delimitada pelo caminho dos Pinheiros (R. da Consolação), Emboaçaba (Av. Dr. Arnaldo) e pelo córrego Água Branca. A região foi dividida em três áreas: Pacaembu de Cima (hoje Higienópolis), do Meio e de Baixo. Com a expulsão dos jesuítas, os lotes foram sendo adquiridos e os terrenos divididos em chácaras, muitas delas propriedade da elite paulistana.
 Parque Buenos Aires

Em 1890, os comerciantes alemães Martin Buchard e Victor Nothmann compraram parte da região do Barão de Ramalho (região da Maranhão) e deram início ao loteamento das terras. Devido à origem européia dos empreendedores, foi grande a concentração de anglo-saxões na área. Havia comerciantes estrangeiros, profissionais liberais e fazendeiros que traziam da Europa (principalmente da França) os móveis, a planta das casas, o material de construção e o estilo arquitetônico da época.
 Antigos casarões e muitos edifícios marcam a paisagem de Higienólis
No início do século XX, começaram a surgir os casarões ao longo da Av. Higienópolis. A maioria foi construída por barões de café — que moravam antes no bairro dos Campos Elíseos —, comerciantes e industriais. Algumas famílias ilustres ocuparam palacetes em vastas áreas com jardins e pomares, alguns deles tombados. Por exemplo, o prédio da Secretaria de Segurança (na Av. Higienópolis), construído em 1931 pelo fazendeiro Magalhães.
 Casarões da Polícia na Av. Angélica e na esquina da Higienóplis com a Albuquerque Lins
Atualmente, o Centro Universitário Maria Antonia, pertencente à USP, ocupa a Vila Penteado, projeto do arquiteto sueco Carlos Ekman que incorporou à sua arquitetura elementos art nouveau.
 Entrada do Casarão de Dona Veridiana Prado, na esquina das avenidas Dona Veridiana e Higienóplis
O Clube São Paulo, localizado entre as Ruas Martinico Prado e Dona Veridiana, ocupa a antiga residência da família Prado, construída em 1884. Conhecida como chácara Vila Maria, a mansão de Dona Veridiana Valeria da Silva Prado, filha do barão de Iguape, foi um dos locais preferidos dos intelectuais e da elite paulistana para seus encontros e discussões. A Semana de 22 foi certamente uma delas.
 Casarão — ou melhor, BankBoston (esquina das avenidas Angélica e Higienópolis)...
 ... e outro, este do Itaú (Av. Higienópolis 462)
A verticalização ocorreu nas décadas de 1940 e 1950, com alguns projetos modernistas. Alguns exemplos podem ser obserados na própria Av. Higienópolis.
 Shopping Pátio Higienópolis
No Shopping Pátio Higienópolis (Av. Higienópolis, 618; das 10h às 22h), há uma cúpula que acredito ter sido inspirada na do Centro Cultural Banco do Brasil (RJ).
 Cúpula do Shopping Pátio Higienóplis

A Escola Panamericana (Av. Angélica 1900) apresenta-se como a mais moderna e importante escola de arte e design.
 Escola Panameriana de Arte
Ela registra a formação de várias gerações de profissionais nas carreiras de comunicação, fotografia, design, publicidade, design gráfico, multimídia e artes plásticas.

Na hora da fome — A Barcelona Pães e Doces (R. Armando Penteado, 33), inaugurada em 1976, é uma das padarias mais renomadas e tradicionais padarias de São Paulo, assim como o Mundo dos Pães (R. Maranhão, 220). Ambas herdam os 68 anos de tradição da familia de Benjamin Abrahão (1925-2001).
 A tradicional padaria Mundos dos Pães e o seu denso chocolate europeu!
 Padaria Aracaju, na esquina das ruas Maranhão e Aracaju
Peça um suco na Aracaju Pães e Doces (R. Maranhão, 760). Na Praça Vilaboim (próxima à FAAP), há muitas opções diferentes. Sem falar do teatro da FAAP. Quem está por ali está bem servido!
 FAAP e Vilaboim: opções é que não faltam
Agradecimentos especiais a Tati pelas dicas!

Escrito por Elton Melo às 10h44
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Arredores da Marechal Deodoro
 Theatro São Pedro, recentemente restaurado, na esquina da Rua Barra Funda com a Lins de Albuquerque
Descendo pela Rua Albuquerque de Lins, chegamos ao Theatro São Pedro (R. Barra Funda, 171; 4ª a domingo das 14h às 19h), construído em estilo neoclássico com leve inspiração art noveau. O teatro, que pertencia ao imigrante português Manoel Fernandes Lopes, foi inaugurado em 1917 com vitrais franceses, lustres de cristal tcheco, frontão dourado de madeira esculpida, veludos ingleses e madeiras nobres.
 A platéia e o palco (fotos cedidas pelo Theatro São Pedro)
Ele foi desativado na década de 1940 e sofreu reformas em 1968 e 1970, quando foi batizado de Studio São Pedro. Em 1984, o prédio foi tombado e passou por mais uma nova reforma.
Escrito por Elton Melo às 10h41
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Estação Marechal Deodoro
 Estação Marechal Deodoro
A próxima parada é a Estação Marechal Deodoro, inaugurada em 1988. Nas proximidade, temos a Praça Marechal Deodoro.
 Praça Marechal Deodoro
Saindo dela, damos de cara com o (horrível) Elevado Costa e Silva, vulgo Minhocão. Ele foi construído na década de 1970, durante o primeiro mandato de Paulo Maluf na prefeira de São Paulo.
 Minhocão: foi Maluf que fez...
 Favor não colar cartazes!

Aos domingos, é possível caminhar pelo elevado.

Escrito por Elton Melo às 10h40
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Parque da Água Branca (2)

 B&W rulez!
Escrito por Elton Melo às 10h38
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Parque da Água Branca
 Prédio em estilo normando no Parque da Água Branca
Caminhando um pouco a partir da Estação Barra Funda, chegamos ao Parque Doutor Fernando Costa, o Parque da Água Branca (Av. Prof. Francisco Matarazzo, 455; das 7h às 18h). Ele foi inaugurado em 1929 com prédios em estilo normando (projetados por Mário Whately) e vitrais art déco (de Antônio Gomide).
 Estas imagens são em homenagem ao Ricardo Freire, que criou este estilo de publicar fotos em seu genial Viaje na Viagem!

No site da ASSAMAPAB (Associação dos Ambientalistas e Amigos do Parque da Água Branca), você pode conferir a história (ou melhor, as duas histórias) do parque:
As terras que hoje abrigam o Parque da Água Branca têm duas histórias diferentes quanto à sua origem; a primeira diz que as terras provieram do Sr. João Antônio da Silva, que teria vendido para a Prefeitura sua chácara; e a outra versão diz que as terras foram doadas por Germaine Lucie Buchard, sob a condição de que ali fosse instalado órgãos ligados à Agricultura.
Mas é bem possível que ambas versões sejam verdadeiras uma vez que a segunda tenha complementado a primeira, ou seja, primeiro a Prefeitura comprou um "pedaço" das terras e depois com doação a área do Parque tenha aumentado.

Escrito por Elton Melo às 10h37
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Nos arredores da Estação Barra Funda
 Nas redondezas, modernos edifícios ao lado das antigas fábricas dos Matarazzo
 Shopping West Plaza
Se quiser fazer compras ou curtir um cineminha, o Shopping West Plaza (Av. Francisco Matarazzo com Av. Antártica - Água Branca) fica perto da estação Barra Funda.
 Uma tarde nublada, vista do estacionamento do Shopping West Plaza
Escrito por Elton Melo às 10h33
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Memorial da América Latina (2)
 Algumas obras no Memorial da América Latina
O site Sampa.art.br conta a história do nome "Barra Funda":
Por volta de 1850, a área da Barra Funda era a grande chácara Carvalho, que pertencia ao Conselheiro Antônio Prado. A região nasceu de urna divisão do sítio Iguape de propriedade do Barão de Iguape. Para se ter uma idéia da grandeza de tal chácara, basta dizer que o conselheiro, Prado contratou Luigi Puci (o responsável pelo projeto do Museu do Ipiranga) para fazer o projeto da sede — a Casa Grande da chácara. Ela ainda existe e é ocupada por uma escola católica.
 Zzz...
Antigamente, a barra do Tietê na região era muito funda — daí o nome recebido pelo bairro. Nos últimos anos do século XIX, a chácara foi loteada e por estar próxima do centro e receber trilhos da São Paulo Railway em suas terras, cresceu rapidamente, juntamente com os trilhos e os moradores, vieram também as indústrias, o que fez a região crescer rapidamente.
 Este elegante trailer-pastelaria estava ao lado do Memorial
Escrito por Elton Melo às 10h25
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Jogo dos Sete (ops, Cinco) Erros


Escrito por Elton Melo às 10h23
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Memorial da América Latina
 O Memorial da América Latina, visto da Estação Barra Funda
O Memorial da América Latina (Av. Auro Soares de Moura Andrade, 664; 3ª a domingo das 9h00 às 18h00) foi projetado por Oscar Niemeyer e inaugurado em 1989. Este centro de cultura latino-americana é composto por vários setores.
 Visão geral do Memorial da América Latina (o horizonte de São Paulo é meio cinzento mesmo...)
A partir da Praça Cívica (ou Praça do Sol, onde está a famosa escultura "Mão"), temos acesso a vários prédios: Galeria de Arte Marta Traba, Biblioteca Latino-americana Victor Civita, Salão de Atos Tiradentes e Recepção ("Queijinho").
 A "Mão", obra de Oscar Niemeyer: a América Latina em sangue, sobre uma palma esquerda, simboliza a luta do continente em busca da liberdade
Atravessando a Passarela ("do Amor"), chegamos à Praça da Sombra, com acesso a outros prédios: o Pavilhão da Criatividade, a Lanchonete, a Administração/CBEAL, o Auditório Simón Bolívar e o Anexo dos Congressistas.
Escrito por Elton Melo às 10h22
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Estação Barra Funda
Inaugurada em dezembro de 1988, a Estação Barra Funda (R. Bento Teobaldo Ferraz, 119 - zona oeste) é o maior terminal do sistema, interligando metrô, trens e ônibus. Quer ir para qualquer canto da Grande São Paulo? Ou para o litoral sul? Para Goiás, Mato Grosso do Sul ou Rondônia? Sua viagem pode começar aqui. Se não puder ir até lá para comprar as passagens, tente pelo site.
 Os inconfundíveis "tubos" da estação Barra Funda
Quer ir para Machu Picchu? Sim, sua viagem também pode começar por aqui! Você pode tomar um ônibus no terminal rodoviário da Barra Funda, ir até a fronteira boliviana e de lá prosseguir para o Peru. (Haja dor nas costas!) Mas vamos deixar o clássico roteiro dos mochileiros para outra oportunidade.
 Interior da Estação Barra Funda
Como eu moro em Osasco, a Barra Funda é passagem obrigatória dos trens da CPTM para o metrô. Nos arredores da estação, há vários locais interessantes que podem servir de ponto de partida para conhecer a capital do estado de São Paulo.
 O movimento
Estação terminal Barra Funda. Solicitamos a todos que desembarquem nesta estação!
Escrito por Elton Melo às 10h20
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Arte no Metrô

Muitas estações do metrô possuem esculturas, painéis, pinturas e outras obras. Confira no site do Metrô.
Escrito por Elton Melo às 10h18
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Literatura essencial

Na minha humilde opinião, os guias Fique em São Paulo e Fuja no Fim de Semana são as melhores fontes de informações sobre a região. O primeiro é dedicado à cidade de São Paulo, enquanto o segundo explora o litoral, o interior, o sul de Minas e o oeste do Rio de Janeiro. Ambos contam com dicas de hospedagem, alimentação, dados históricos etc. O formato dos guias é bastante prático e o preço bem acessível.
(PS: Não estou ganhando comissão da Publifolha não. Recomendo estes guias porque são bons mesmo!)
Escrito por Elton Melo às 10h17
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SESC Pompéia

O SESC Pompéia (R. Clélia, 93 - Pompéia; 3ª a sábado das 9h às 22h, domingos e feriados das 9h às 20h) está instalado em uma antiga fábrica, adaptada pela arquiteta Lina Bo Bardi.

O SESC oferece espetáculos, cursos, oficinas, exposições, biblioteca e restaurante. Para os membros, também oferece piscina, ginásio e quadras. Atrações para todas as idades!

Escrito por Elton Melo às 00h24
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Paróquia de Nossa Senhora do Rosário de Pompéia
Em outubro de 1922, no ponto mais elevado da Pompéia, ergueu-se uma modesta capela, fruto do cumprimento de uma promessa de um casal que teve sua filha curada de uma doença perigosa. Em 1928, iniciavam-se as obras da construção da igreja atual, que se prolongaram até 1939.


A Paróquia de Nossa Senhora do Rosário de Pompéia fica na Av. Pompéia, 1.250.
Escrito por Elton Melo às 00h20
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Estação Ciência
Se você tem filhos/as, sobrinhos/as e crianças menores de cento e vinte anos, não deixe de levá-los à Estação Ciência (R. Guaicurus, 1394, bem ao lado da estação de trem da Lapa; de 3ª a 6ª das 8h às 18h; sábados das 9h às 18h; domingos e feriados das 9h às 18h). É um centro de ciências interativo — os visitantes realmente participam dos experimentos. Há exposições nas áreas de Astronomia, Meteorologia, Física, Geologia/Geografia, Biologia, História, Informática, Tecnologia, Matemática, Humanidades, além de cursos, eventos e outras atividades, com o objetivo de popularizar a ciência e promover a educação científica. Lembra-se do Mundo de Beakman?
 Os galpões da Estação Ciência
Construídos no início do século XX para abrigar uma tecelagem, os galpões que abrigam a Estação Ciência quase foram destruídos por um incêndio em 1936. Reconstruídos logo depois, foram utilizados como posto de sementes da Secretaria da Agricultura do Estado e também utilizados por outros órgãos do Governo, até a década de 1970. Ao longo dos anos, o edifício sofreu adaptações, como o acréscimo de um andar onde havia anteriormente uma altura de seis metros entre o piso e a cobertura.
 O mapa da Estação Ciência e os monitores que acompanham as experiências
Em 1985, durante as discussões sobre o Terminal Rodoviário da Lapa, comerciantes e líderes comunitários da Lapa pleiteavam a conservação dos galpões da Rua Guaicurus, vizinhos à estação. Arquitetos, artistas e engenheiros criaram a Comissão de Preservação e Utilização dos Galpões. Alegavam o valor histórico dos galpões, nos quais a fábrica têxtil forneceu oportunidades de trabalho à colônia italiana e aos trabalhadores em geral. O CONDEPHAAT iniciou estudos para tombamento destes galpões de arquitetura industrial típica do início do século, vetando demolição ou qualquer alteração na estrutura do prédio.
Em dezembro de 1986, o Governo do Estado cedeu seis módulos do imóvel ao CNPq, para a instalação do Centro de Ciência para a Juventude. Em junho de 1987 foi inaugurada a Estação Ciência. O publicitário Washington Olivetto criou o nome e o logotipo da Estação Ciência.
Por que "Estação"? Porque o termo proporciona viagens ao mundo do conhecimento científico, conhecimento este que precisa ser alimentado sempre com novas pesquisas. Porque liga passado e futuro, educação e diversão. Porque está perto de estações ferroviárias e de metrô.
Em entendimentos posteriores, o Governo cedeu mais três módulos do edifício e finalmente os restantes, já na administração da Estação Ciência pela USP, que se deu a partir de 1990.
(Adatado do site da Estação Ciência)
Escrito por Elton Melo às 00h17
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Antes do metrô: Lapa
 Leituras na estação de trem da Lapa
Quem vai de trem da zona oeste até a Barra Funda passa pela estação da Lapa. No bairro, ainda é possível ver fábricas construídas no início do século XX.

 A Igreja de Nossa Senhora da Lapa (R. Nossa Senhora da Lapa, 298) está recebendo pinturas tradicionas no seu interior
O site Sampa.art.br explica que o bairro deve seu nome a um morador português que, ao se mudar para lá, levou uma imagem de Nossa Senhora e construiu uma gruta para a santa — Lapa significa "grande pedra que forma um abrigo". A comunidade desenvolveu-se em torno da imagem e o lugar passou a ser chamado de Nossa Senhora da Lapa, terminando por ficar conhecido apenas pelo último nome.

No século XVIII, a região era dividida em duas fazendas: a do coronel Anastácio de Freitas Trancoso (hoje, o bairro de Anastácio) e o sítio do Emboaçava. As duas fazendas eram atravessadas pelo Caminho dos Goiases, famosa rota de bandeirantes. A partir de 1880 — ano da Grande Imigração — começaram a chegar à Lapa as famílias tirolesas (do norte da Itália), que se dedicavam ao plantio de frutas e verduras. Em seguida vieram outros italianos (a maioria da região de Veneza), portugueses, espanhóis, franceses e sírio-libaneses.
 Mercadão da Lapa
Eles se espalharam pelo bairro e se dedicaram ao comércio, como profissionais liberais ou artesãos, sapateiros ou alfaiates. No final do século XIX, chegam operários italianos e franceses que vêm trabalhar na vidraçaria Santa Marina. A influência dos italianos é tamanha que os nomes das ruas do bairro eram sempre relativos à Itália: Roma, Coriolano, Cipião etc.
Por volta de 1906, com a instalação das oficinas, da Estrada de Ferro São Paulo Railway (SPR), operários e técnicos ingleses passaram a residir no bairro que se encontrava em franco progresso. Em 1919, o frigorífico Armour trouxe um grande número de trabalhadores húngaros, lituanos poloneses e russos. Uma febre de novas fábricas aconteceu no bairro, contribuindo para seu crescimento.

À direita da estação de trem temos o Shopping Center Lapa e o tradicional Mercado Municipal Rinaldo Rivetti, o Mercadão da Lapa (R. Herbert, 47; 2ª a 6ª das 8h às 17h, sábadas das 8h às 18h). Nas proximidades, temos o SESC Pompéia e a bela Igreja de Nossa Senhora do Rosário de Pompéia.
 Ofertas do Mercadão da Lapa
Não deixe de visitar também o site As Lapas na Lapa.
Escrito por Elton Melo às 00h12
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Trekking urbano
 Mapa da rede.
Fonte: site do Metrô.
No mapa
acima, vemos as linhas atuais do Metrô. Algumas estações novas estão sendo
construídas e, como 2006 é um ano eleitoral, acredito que elas ficarão prontas
logo logo!
A idéia deste blog é seguir mais ou menos as linhas do metrô e apresentar
locais nos arredores das estações.
Digo "mais ou menos" porque, eventualmente, será necessário se afastar um
pouco, tomar um ônibus, fazer uma boa caminhada...
Quem disse que não dá para fazer trekking no meio da cidade?
Escrito por Elton Melo às 00h08
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Um pouco sobre mim...
Elton Melo, 25 anos. Nasci em Osasco, moro em Osasco e trabalho em Osasco! Sou formado em Eletrônica (FITO), graduado em Tecnologia em Informática (UNIFIEO), pós-graduado em Análise de Sistemas para Aplicações e Soluções Web (FASP). Atualmente faço um curso de Gestão de Marketing (Fundação Getúlio Vargas). Trabalho como analista de sistemas web na Politec, prestando serviços para a Caixa Econômica Federal (aqui o Brasil acontece).
 Oz — home, sweet home (!?!)
Tenho um site pessoal bastante desatualizado, com divagações intelectuais, caligrafias tradicionais e algumas fotos. Também sou coordenador do portal budista Dharmanet. Nas horas vagas, gosto de fazer trekking e de sair por aí tirando fotos. Comecei a fotografar há alguns anos com uma Sony Cybershot P32. Depois, troquei-a por uma Sony Cybershot P10. Agora estou tentando aprender a fotografar com minha nova Fuji Finepix S5600. Algumas das minhas fotos podem ser vistas no site português Olhares.com.
Escrito por Elton Melo às 00h06
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Embarcando...
Depois de navegar bastante pelos blogs de Homera Cristalli (Direto de Roma, Feito num Dia) e Ricardo Freire (Viaje na Viagem), tive uma idéia não muito original: juntar o útil (metrô) ao agradável (fotografia) e fazer um blog de Sampa, de São Paulo da Garoa, da Paulicéia Desvairada.
 A típica calçada de São Paulo, em algum lugar da Avenida Paulista.
Talvez seja bem interessante para aqueles que não moram aqui. Espero que sirva de motivação para uma visita à grande metrópole. E para aqueles que vivem aqui, espero que este blog mostre um pouco daquilo que vemos todos os dias e que, por força da rotina, deixamos passar de forma desapercebida.
Escrito por Elton Melo às 00h04
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