Largo do Arouche

Quem assistia ao programa Sai de Baixo, todo domingo à noite na Globo? A famigerada Vavatur ficara, supostamente, em um prédio no Largo do Arouche! Sampa.art.br e Samptacentro contam-nos que, em 1822, o local tinha o nome de Largo do Ouvidor, depois mudado para Largo da Artilharia, Praça Alexandre Herculano e finalmente Largo do Arouche. O nome surgiu por causa do marechal, engenheiro e escritor José Arouche de Toledo Rendon.


Largo do Arouche

No largo em forma de "L" foram cultivadas as primeiras plantações de chá-da-Índia no Brasil. Nele encontramos as esculturas Depois do Banho (Victor Brecheret, 1932), Amor Materno e bustos de imortais da Academia de Letras, próximas às grandes árvores do Arouche.


Depois do Banho, escultura de Victor Brecheret

O Mercado de Flores ocupou o local em 1953, quando o prefeito Armando de Arruda Pereira remanejou os floristas da Praça da República. A partir de então, passou a ser conhecido também como Praça das Flores. O Largo abriga o primeiro bistrô francês da cidade de São Paulo, o La Casserole, fundado em 1954 pelo casal Roger e Tuna Henry, hoje sob o comando da filha Marie Henry France. O restaurante italiana O Gato Que Ri abre todos os dias, inclusive aos feriados.


O Mercado de Flores

Empadas — Perto do Largo do Arouche, confira a Empadaria da Vovó (Av. Dr. Vieria de Carvalho, 154). O local, onde era o Restaurante Carlino, foi transformado numa loja de empadas com receitas caseiras. Diversas opções muito bem recheadas!


Empadaria da Vovó



Escrito por Elton Melo às 18h31
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Largo do Paissandu

Toda a zona da atual Av. São João, do Largo do Paissandú e adjacências era tomada por um riacho chamado lacuba, que se alargava em diversas lagoas. Por causa disso, o largo chamava-se Praça de Alagoas. Nas imediações, localizava-se o Tanque de Zuninga, chamado dessa forma porque num recesso baixo do terreno, as águas das alagoas se juntavam em aspecto de tanque. E o largo também foi chamado Largo do Tanque, ou Tanque do Zuninga, abandonando-se o nome de Alagoas.

Sampa.art.br esclarece que o nome Paissandu surgiu com as primeiras investidas do Brasil na Guerra do Paraguai. Em 1864, um pelotão no Exército atacou Paissandú. Como o nome ficou célebre naquela fase preparatória da Campanha do Paraguai, ao término da luta foi esse nome dado ao Largo.


Ponto Chic: onde surgiu o Bauru

A origem do bauru — Pouca gente sabe, mas o sanduíche Bauru foi inventado no Ponto Chic (Largo do Paissandu, 27) por Casemiro Pinto Neto, cujo apelido era Bauru.

      
Ponto Chic e o busto de Casemiro Pinto Neto, Sua Excelência "O Bauru"!

Igreja de Nossa Senhora do Rosário dos Homens Pretos — Sampacentro conta-nos que, em 1711, a Igreja Nossa Senhora do Rosário dos Homens Pretos foi criada porque havia restrições para que negros freqüentassem as igrejas dos brancos. A primeira capela da irmandade foi construída por um grupo de católicos negros na Praça Antônio Prado, antigo Largo do Rosário, por meio de doações.

        

No século XIX, erguiam-se ali pequenas casas que serviram para administração e atividades sociais da igreja. Alguns anos depois, por conta de um projeto de urbanização, a igreja do Rosário foi demolida. A prefeitura cedeu a área do Largo Paissandu para a construção da nova capela. A construção atual é de 1906.

 
Interior da Igreja de Nossa Senhora do Rosário



Escrito por Elton Melo às 18h27
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Capoeira na Praça da República!


Paranauê...


... Paranauê Paraná!



Escrito por Elton Melo às 18h22
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Nas proximidades da República

A partir da Av. Ipiranga, há importantes ruas de comércio, como a Barão de Itapetininga, a Conselheiro Crispiniano, a Sete de Abril e a Vinte e Quatro de Maio.


Conselheiro Crispiniano: a rua da fotografia

A Rua Conselheiro Crispiniano é conhecida como a "rua da fotografia". O mesmo tipo de comércio é encontrado na Rua Sete de Abril já teve outros nomes: Rua Estrada para a Cidade Nova e Rua da Palha, por causa das casas de sapé muito freqüentes na região. Em 1875, passou a se chamar Sete de Abril (atual Praça da República).

Na Rua Vinte e Quatro de Maio fica a Galeria do Rock (R. 24 de Maio, 62; ou Av. São João, 439; de 2ª a 6ª das 9h às 20h; sábado das 9h às 17h). O prédio, fundado em 1963, passou a partir do final da década de 1970, a receber um grande volume de lojas de disco voltadas principalmente para o rock, comandada pela loja Baratos Afins, a primeira que se instalou por ali. Hoje, a galeria abrange 450 estabelecimentos, sendo 190 dedicados ao rock. São vendidos CDs, discos, vídeos, camisetas, acessórios, bandeiras, pôsters e itens de decoração. Há estúdios de piercing e tatuagem e sedes de fã-clubes.

  
Galeria do Rock: de baixo para cima e vice-versa!



Escrito por Elton Melo às 18h09
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