Estação Pedro II e arredores
 O minarete e o interior da Mesquita Brasil
A estação de metrô Pedro II (Rua da Figueira, s/nº) foi inaugurada em 1979. Mais ou menos perto da estação Pedro II, está a Mesquista Brasil (Av. do Estado, 5.382 - Cambuci).
 Detalhes da cúpula e das paredes adornadas com arabescos
Foi primeira mesquita construída no Brasil e começou a ser erguida na década de 1940.
 O mihrab (nicho de oração) e o iman aguardando a cerimônia
A iniciativa partiu de muçulmanos sírios e libaneses e estimulou a construção de outras mesquitas no resto do país.
 Voltados para Meca, os muçulmanos se ajoelham em oração
Quem passa pela Avenida do Estado, consegue ver os minaretes da Mesquita Brasil entre as casas e prédios do bairro.
 O iman falando (em árabe) com a comunidade
Escrito por Elton Melo às 13h35
[]
[envie esta mensagem]
|
Casa Número 1 e Solar da Marquesa de Santos
 A Casa Número 1 e, ao lado, o Solar da Marquesa de Santos
A Casa Número 1 (R. Roberto Simonsen, 136) foi erguida em 1689, próxima ao Pátio do Colégio. Foi abrigo de bandeirantes e hoje é um laboratório experimental de teatro de vanguarda. Restauradores encontraram murais sob as camadas de tinta. Ao lado da Casa Número 1 está o Solar da Marquesa de Santos (R. Roberto Simonsen, 136-B).
Dona Maria Domitília de Castro do Canto e Mello, a Marquesa de Santos, foi amante do imperador Dom Pedro I. O relacionamento durou 7 anos e eles tiveram 5 filhos. Em 1834, anos após ter rompido seu relacionamento com Dom Pedro I, ela comprou um sobrado da filha do Brigadeiro Joaquim José Pinto de Moraes Leme.
 Solar da Marquesa de Santos
Na época, o Solar foi considerado como uma das residências mais aristocráticas de São Paulo, chegando a ser chamado de Palacete do Carmo. Antes de pertencer à Marquesa, era formado por dois antigos sobrados. O mais velho deles — a parte nobre do que hoje constitui o prédio — foi construído em pau-a-pique e taipa de pilão. Devido a essas características, é considerado o último exemplar de arquitetura residencial urbana do século XVIII.

Depois da morte da Marquesa, o Solar chegou a ser usado como palácio episcopal e sede de companhias de gás. Em 1975, serviu de sede à Secretaria Municipal de Cultura, que lá permaneceu até 1984, quando foi interditado por motivos de segurança. Em 1991, passou por um processo de restauração e hoje assemelha-se a uma construção neoclássica da segunda metade do século XIX. Entre as atividades realizadas no Solar estão uma exposição permanente sobre a vida da Marquesa de Santos, mostras temporárias, consulta a um arquivo de negativos de São Paulo em suas várias épocas, projeto da 3ª idade, serviço educativo para escolas públicas e atividades voltadas à preservação do patrimônio histórico e cultural.
Escrito por Elton Melo às 12h04
[]
[envie esta mensagem]
|